“Esses R$2 bilhões a mais, é no orçamento que nós temos gerado da economia dos processos de compra de medicamentos, propagandas que se fazia de maneira não necessária. É o Ministério da Saúde mais focado em buscar o resultado na aplicação dos recursos da Saúde, nós estamos aumentando gestão, aumentando economia e cada centavo colocando em prevenção, em Atenção Primária, em prevenção das doenças”.
Essa verba extra será distribuída aos municípios pelo governo federal com base em três critérios: o número de pessoas acompanhadas nos serviços de saúde, principalmente quem recebe benefícios sociais, crianças e idosos; a melhora das condições de saúde da população, como impedir o agravamento de doenças crônicas como diabetes e redução de mortes de crianças e mães; e a adesão a programas estratégicos, como Saúde Bucal e Saúde na Hora, que amplia o horário de atendimento à população dos serviços, abrindo durante o almoço, à noite ou aos fins de semana. J Damacena
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