Nesta segunda-feira reúne-se o PT, menos para celebrar a vitória de Dilma, mais para traçar a estratégia para conseguir governar nos próximos quatro anos. Dois dias depois, será a vez do PSDB. Outros partidos, como o DEM, já sondaram suas bancadas a fim de definir os novos rumos. Todos, enfim, organizam-se em reuniões mais do que necessárias.
Menos o PMDB, por razão muito simples: o maior partido nacional encontra-se em assembleia permanente. Não perdeu nem perde tempo em formular suas exigências para permanecer no poder. Por isso assusta o palácio do Planalto com a candidatura de Eduardo Cunha à presidência da Câmara.
Por quantos ministérios o PMDB trocaria a ascensão de um desafeto da presidente Dilma a posto tão importante? (Carlos Chagas)
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